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Blog dos Municipários de Porto Alegre


Greve na Perdigão (Lageado/RS)

Notícia publicada na Rede Brasil Atual, hoje (26/junho/2009):

Trabalhadores da Perdigão decretam greve em Lageado-RS

Paralisação alcança também a Minuano Alimentos, que presta serviços à Perdigão

Por: José Mombelli, Jornal Brasil Atual

Publicado em 26/06/2009

Trabalhadores da Minuano Alimentos e da unidade da Perdigão, na cidade de Lageado, no Rio Grande do Sul entram em greve. No total 5,2 mil trabalhadores paralisaram suas atividades desde terça-feira (23).

Segundo o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Rio Grande do Sul, Cairo Reinhardt, a responsabilidade  da greve é das direções das empresas que ofereceram contrapropostas de aumentos insignificantes. "Deixamos uma proposta na última negociação de 7,5% de reajuste e 12% no piso e, com isso, estamos abertos esperando uma nova proposta da empresa que possamos encaminhar aos trabalhadores", explica.

As empresas ofereceram reajuste parcelado de 4,9% no mês de maio mais 1% em setembro. Com isso o piso inicial passaria dos atuais R$ 506, para R$ 530. Desde 2006, a Minuano Alimentos presta serviços para a Sadia e Perdigão, que depois da fusão oficializada em maio, passou a chamar Brasil Foods Alimentos (BrF). A greve dos trabalhadores da Minuano e da Perdigão de Lageado são por tempo indeterminado.



Escrito por Leandro Rodrigues às 13h09
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Clipagem de 26/junho/2009 (por Kad - Comunicação Integrada):

Clique na imagem pra ampliar:

O Sul, 26 de junho de 2009. 
Geral, página 20



Escrito por Leandro Rodrigues às 13h05
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Notícia veiculada no RS URGENTE, enviada pelo colega Paulo Müzell. Compare os valores com a tabela do post abaixo, e lembra do discurso do candidato Fogaça, de valorizar os servidores municipais (ele dizia que, como era favorável ao parlamentarismo, acreditava que os servidores seriam a memória funcional da cidade, e por isso deveriam ser valorizados; pelo jeito está querendo apagar essa memória...). Segue a matéria, publicada no dia 20 de junho. Sugiro visitar a página original pra ler os comentários, que estão muito pertinentes:

Gastos com publicidade são prioridade para Fogaça

Paulo Muzell escreve:

“O governo Fogaça propõe uma despesa com publicidade que totaliza 54 milhões, 961 mil reais para os quatro anos do Plano Plurianial 2010/2013. Considerando-se que a preços corrigidos para maio de 2009 (IPCA) no seu primeiro período de governo (2005/2008) foram gastos 41 milhões, o projeto de lei apresentado acresce em 34% a despesa total. Resumindo: se o atual governo gastou muito no passado, pretende gastar ainda mais em propaganda no futuro próximo. Apresentamos, a seguir, as despesas propostas para publicidade, por programa, comparando-a com o valor de algumas importantes ações do mesmo programa.

Para a Ação 1019 - custeio do Sistema de Saúde da Restinga são propostos apenas 1 milhão, 680 mil reais, para a publicidade do programa 9 milhões, 298 mil reais. Para a Ação 1534 – Saúde da Mulher apenas 320 mil, ou seja, 80 mil por ano. Para a Ação 1036 - Esterilização de Cães, 1 milhão, 375 mil reais.

No programa CIDADE INTEGRADA, para três importantes ações, a 1076 – Implantação de Novas Áreas Verdes na cidade, 44,5 mil reais; a 1085 – Melhoria dos Sanitários Públicos de Porto alegre, 125 mil reais e a Ação 1094 – Orla do Guaíba, 200 mil reais (50 mil por ano!) para revitalizar 9 km/ano da nossa orla. Já para a publicidade do programa, 7 milhões, 310 mil reais.

No LUGAR DA CRIANÇA É NA ESCOLA E NA FAMÍLIA a Ação 1302 – Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes são propostos 230 mil reais; na Ação 1294 - Atenção à Dependência Química apenas 80 mil reais (20 mil reais por ano!); na Ação 1309 – Graxaim (inclusão de crianças na faixa dos 2 ao 6 anos) são previstos apenas 40 mil reais e na Ação 1335 – Prevenção às Drogas são propostos 363 mil reais. Já para os gastos com publicidade do programa, 3 milhões, 632 mil reais.

Já para o grande programa-meio da Prefeitura, o GESTÃO TOTAL, controlado pela Secretaria de Gestão e Acompanhamento Estratégico (Clóvis Magalhães) são previstos 19 milhões, 908 mil para publicidade. Não fica qualquer dúvida que a propaganda e o marketing constituem o eixo central e estratégico do governo Fogaça.



Escrito por Leandro Rodrigues às 15h37
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As perdas que Fogaça propõe

Recebi mensagem de colegas da PMPA (valeu, Alex!) com uma tabela bastante interessante, mostrando mês a mês as perdas que a prefeitura propõe aos municipários, em uma base de salário de R$ 1.000,00. É uma realidade bastante dura. Acompanhe:

MêsTemos
direito à
O governo
propõe
Se aceitarmos, vamos perder
MaioR$ 55,30R$ 10,00R$ 45,30
JunhoR$ 55,30R$ 10,00R$ 45,30
JulhoR$ 55,30R$ 10,00R$ 45,30
AgostoR$ 55,30R$ 10,00R$ 45,30
SetembroR$ 55,30R$ 30,00R$ 25,30
OutubroR$ 55,30R$ 30,00R$ 25,30
NovembroR$ 55,30R$ 30,00R$ 25,30
DezembroR$ 55,30R$ 30,00R$ 25,30
13o. SalárioR$ 55,30R$ 30,00R$ 25,30
JaneiroR$ 55,30R$ 55,30R$ 0,00
Total perdido, que ficará para sempre com a Prefeitura

R$ 307,70

Para calcular a perda total, multiplique seu salário por 0,30770



Escrito por Leandro Rodrigues às 13h44
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Clipagem de 25/junho/2009 (por Kad - Comunicação Integrada):

Clique na imagem pra ampliar:

Jornal do Comércio, 25 de junho de 2009.
Política, página 21:

Jornal do Comércio, 25 de junho de 2009.
Geral, página 23:



Escrito por Leandro Rodrigues às 12h12
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Notícia veiculada no RS URGENTE hoje, dia 24/junho/2009, de autoria do colega Paulo Müzell. Acompanhe:

Fogaça prevê só R$ 50 mil por ano para “revitalizar e preservar” a orla do Guaíba

Paulo Muzell escreve:

Ao incluir no Plano Plurianual obras que, na verdade, não vão ocorrer, Fogaça repete o velho expediente de sobreestimar o volume total de investimentos da Prefeitura - gastos abusivos em publicidade e subestimados em projetos essenciais já foram comentados em textos anteriores de análise do Plurianual. Se por um lado o pecado é o excesso, de outro é a falta: o PPA “esquece” e não inclui recentes e importantes promessas da campanha/2008. O HPS da Zona Sul, a construção do Centro Municipal de Educação do Trabalhador, a Escola Técnica da Restinga, as cinco novas escolas do Ensino Fundamental e as 17 novas creches noturnas são apenas algumas importantes ”omissões” do PPA. “Que governo de memória curta!” é, certamente, a justa observação do cidadão e eleitor atento. Mas o nossa tema agora é outro: a orla do Guaíba.

Área cobiçada pelos empreendedores imobiliários originou dois recentes e pouco edificantes episódios que tiveram destaque na mídia nos dois últimos anos. O primeiro é o famoso projeto Pontal do Estaleiro, que até originou uma consulta popular a ser realizada em breve. Iniciativa de um grupo de vereadores “liderados” por Brasinha (?!), pretendia viabilizar a construção de blocos residenciais de luxo, extremamente valorizados pela privilegiada proximidade do Guaíba. O vício de origem – projetos desta natureza são competência exclusiva do Executivo – e a reação da opinião pública impediram o absurdo, pelo menos temporariamente. O outro foi o aumento dos índices construtivos, alturas e taxas de ocupação, além da permissividade do zoneamento de uso na área do complexo do Beira Rio.

A Copa do Mundo de 2014 e o glorioso colorado serviram de “escudo” e justificativa para esta injustificável transferência de valor do público para o privado, além dos prejuízos urbanísticos e ambientais ainda não devidamente dimensionados. Pois esses dois episódios colocaram em destaque a discussão da necessidade de priorizar a definição do regime urbanístico e a elaboração do cronograma dos projetos a serem implementados para revitalizar e preservar os 72 quilômetros da orla do Guaíba. Típica tarefa para um plano Plurianual, do qual se esperava uma resposta adequada a este importante tema da cidade. Ledo engano.

A Ação 1094 – Orla do Guaíba – do Programa Cidade Integrada se propõe revitalizar e preservar 36 quilômetros da orla (9 km por ano), elaborando e implementando projetos paisagísticos de recuperação das áreas degradadas, de lazer, promovendo o plantio da mata ciliar. O bonito enunciado da Ação não encontra respaldo, esbarra na absoluta insuficiência dos recursos. O PPA prevê aplicar 50 mil reais por ano, para viabilizar esta meta. Só pode ser piada e de péssimo gosto



Escrito por Leandro Rodrigues às 15h46
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